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17/02/2016 18h05

Organização

Anatel aproveita evento-teste dos saltos ornamentais para avaliações

Objetivo é detectar qualquer interferência de sinal de transmissão que possa ser reportada

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João Batista de Rezende, presidente da Anatel: – Temos tudo preparado para monitoramento de satélites, gestão de redes e de riscos nessas regiões das Olimpíadas. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Durante o ano de 2015, diversos serviços de telecomunicações foram testados em pontos do Rio de Janeiro com foco na cobertura para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. De acordo com informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), novas análises serão feitas na cidade a partir de março e durante os eventos-teste das modalidades. Parte do trabalho já será posto em prática neste fim de semana, na Copa do Mundo de Saltos Ornamentais, no Parque Olímpico da Barra.

A Anatel já acompanhou os eventos-teste de hipismo e remo, em agosto de 2015, quando foram testados e etiquetados 608 equipamentos. O objetivo é detectar qualquer interferência de sinal que possa ser reportada. Em abril e maio, as análises serão durante as competições de ginástica artística e atletismo paralímpico.

Ao todo, o órgão conta com 290 agentes de fiscalização em operação, tanto na capital fluminense quanto nas cidades que receberão jogos de futebol. “No Rio fazemos o acompanhamento mensal da qualidade de rede. Focamos um pouco mais nos pontos dos Jogos para dar tempo de não surgir nenhuma surpresa em termos de qualidade de serviço”, afirma o presidente da Anatel, João Batista de Rezende. O trabalho nos próximos meses inclui várias frentes. 

Evento-teste dos saltos ornamentais será disputado no Parque Aquático Maria Lenk. Foto: Carol Delmazo/Brasil2016.gov.br

“Vamos fazer drive tests no Rio para analisar a qualidade da rede, da internet, do serviço de voz. Fazemos um teste de campo com veículos em pontos definidos como os principais e um levantamento para ver a qualidade do serviço à disposição”, completa. “Há uma demanda grande de quem vem de fora, que é a questão do espectro para uso temporário em transmissões. Temos que dar licenças rápidas e analisar os equipamentos que serão utilizados, se são homologados ou não”, afirma João Batista de Rezende.

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De acordo com Rezende, o sistema de monitoramento adotado hoje, antena por antena, já é uma evolução e um legado conquistado por meio da realização da Copa do Mundo, em 2014. “Temos tudo preparado para monitoramento de satélites, gestão de redes e de riscos nessas regiões das Olimpíadas. Evidente que estamos melhorando em alguns aspectos porque já temos essa capacidade instalada. A Olimpíada é a consolidação”, avalia o presidente. Já em relação ao Wi-fi, a oferta aos espectadores e em pontos turísticos ainda passa por negociação.

brasil2016.gov.br