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Banco de Pautas e Imagens - Belo Horizonte

 

O Brasil e o mundo se encontram no Mercado Central

 

O norte-americano Russel mal chega a Belo Horizonte e vai logo procurando um jeito de ir ao Mercado Central. E não vai sozinho. Conta com a ajuda de Willy, o amigo brasileiro que interpreta os pedidos do engenheiro casado com uma mineira. Com um português arranhado, ele revela que são os cheiros, a variedade de coisas e principalmente o queijo fresco os atrativos preferidos. "Não tem como vir a Belo Horizonte e não vir ao Mercado Central", afirma.

Russel não é o único estrangeiro que elegeu o centro comercial como favorito. A argentina Myriam Feldfeber também faz constantes visitas ao espaço considerado o mais democrático da capital mineira. "Eu adoro o Mercado e tudo o que ele tem de cor, de sabor, de coisas para comer. Amo esse lugar", declara a professora da Universidade de Buenos Aires.

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Pão de queijo, frutas e verduras fresquinhas, cerveja gelada, diversos tipos de queijo, carnes, artesanato para consumidor e para artesão, pimenta, cachaça, cabeleireiro, flor, bijuterias, instrumentos musicais, ervas medicinais, e por aí vai. A lista de produtos é gigantesca.

Roteiro tradicional

Nas frutarias são vendidos abacaxi e melancia em pedaços para degustar de olhos fechados. Seu Jair, dono do estabelecimento, ainda tem lembranças de 60 anos atrás. "Aqui não passava de uma simples feira e hoje eu tenho orgulho por ter feito da degustação do abacaxi um rito quase obrigatório".

No andar superior, o ponto forte são os objetos de decoração e utensílios domésticos. Por toda parte, os mais deliciosos queijos de Minas, com destaque para o tipo canastra, típico da região da Serra da Canastra, que integra oficialmente o patrimônio cultural imaterial brasileiro.

Em cada balcão um novo sabor, um novo cheiro e uma nova cor esperam pelo visitante. Desde o verde das folhagens, do vermelho das garrafas de pimenta, à transparência saborosa da bebida mais famosa do Estado, a cachaça. O aroma dos petiscos envolve os corredores, bem como o convite feito aos gritos para uma cerveja gelada. A mais famosa porção do Mercado é o fígado acebolado com jiló na chapa.

Suplementos alimentares são encontrados em várias lojas. No entanto, as ervas medicinais são as mais procuradas, com cerca de 30 lojas dedicadas aos fitoterápicos. Se a cura é para a alma, além da Capela que abriga a imagem da Virgem de Fátima, são vendidos diversos artigos religiosos para as mais variadas crenças. Democracia que também se estende ao universo étnico – além de vários "pedacinhos" de Minas, o Mercado abriga pequenas representações de culturas estrangeiras. Assim como as peças vindas da Índia, também se encontra o melhor da gastronomia árabe. Mas o principal é não se esquecer de tomar aquele cafezinho, acompanhado de um delicioso pão de queijo, o quitute mais querido dos mineiros.

Endereço: Avenida Augusto de Lima, 744
Site: http://www.mercadocentral.com.br

Horário de Funcionamento: 2ª a sáb. das 7h às 18h, dom. e feriados das 7h às 13h
Fonte: www.belohorizonte.mg.br

Informações para a imprensa: (31) 3246.0289 - imprensa.belotur@pbh.gov.br


Rolimã, peteca e bente-altas: esportes que não são olímpicos, mas que fazem a cabeça dos belo-horizontinos há gerações

 

Alguns começaram como brincadeiras dos nossos antepassados e ganharam o mundo. Outros atravessaram gerações e continuam encantando adultos e crianças. Conheça um pouco mais sobre criações lúdicas e esportivas genuínas do povo brasileiro, típicas da capital mineira.

Não se sabe ao certo a origem, mas há indícios de que os primeiros exemplares de carrinhos de rolimã surgiram no Brasil no final da década de 1960, época de crescimento do uso de automóveis no país. O carrinho é construído de madeira e rolamentos de aço, para a disputa de corridas ladeira abaixo. Os rolamentos, também conhecidos como rolimãs (corruptela do francês roulement), eram obtidos em oficinas que faziam manutenção dos carros da época, e a madeira, de sobra de caixas ou tábuas. (Fonte: Wikipédia).

O Mundialito de Rolimã do Abacate é um campeonato de carrinhos de rolimã em Belo Horizonte, que este ano realiza sua quinta edição. O objetivo é resgatar essa brincadeira e fomentá-la como prática de lazer radicalmente acessível. É realizado em três etapas: Aquecimento, com pista livre, sem competições. Todos brincam e aquecem seus carrinhos ao som de um DJ. Este ano, foi realizado em 10 de julho. No Oficinão, é montada uma grande estrutura de oficina, com monitores que auxiliam e incentivam crianças e adultos a construírem seus próprios carrinhos. A terceira etapa, a competição do Mundialito, se divide em três categorias: Velocidade, Manobra e Estilo. Além da pista principal, é montada uma pista Kids, para a criançada se divertirem durante todo o evento.

Após as competições, é feita a entrega dos troféus e a festa segue animada com a apresentação de uma banda local. Toda a organização é colaborativa e conta com alguns núcleos criativos de Belo Horizonte.

Fontes: Wikipédia e Rolimã do Abacate
Contato: Yuri - (31)98693-3242; yurigpinto@gmail.com

 

O nome "peteca" vem do idioma tupi e significa "esbofetear, golpear com a mão espalmada". Serve para denominar tanto o esporte quanto o artefato para sua prática. Há registros do jogo de peteca entre os indígenas de Minas Gerais na época da colonização. Consta que nos Jogos Olímpicos de Antuérpia, capital da Bélgica, em 1920, os brasileiros levaram petecas para aquecimento de seus atletas, atraindo numerosos atletas de outros países, interessados na sua prática. Os clubes de Belo Horizonte foram pioneiros, na década de 1940, na realização de campeonatos do esporte, que recebeu regras definidas em 1973, pouco antes da fundação da Federação Mineira de Peteca (FEMPE), em 1975. A oficialização veio através de uma resolução do Conselho Nacional de Desporto (CND).

Em 26 de maio de 2000, foi fundada uma federação mundial em Berlim que recebeu o nome de International Indiaca Association - IAA (Associação Internacional de Indiaca, nome internacional da peteca). As maiores federações nacionais do esporte se encontram na Alemanha e Japão, mas também são membros da IAA: Suíça, Estônia, Eslováquia, Brasil e Luxemburgo. A quadra de peteca (7,50 m x 15 m) é mais curta que a de voleibol (9m x 18 m), com a rede praticamente na mesma altura.

Fontes: Wikipédia, www.fempe.com.br e www.cbpeteca.org.br

 

"Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão" - A bola de meia citada nestes versos de Milton Nascimento é um dos equipamentos básicos do bente-altas, um jogo que já foi muito popular em Belo Horizonte, bem como em todo o estado de Minas Gerais e outros locais do Brasil, com algumas variações. Tem semelhanças com o críquete e o beisebol. A meta do jogo é derrubar as "casinhas", formadas por três gravetos equilibrados como um tripé. Completam o equipamento dois pedaços achatados de lata, chamados de bases ou pás, e a bola de pano, do tamanho de uma laranja média, usualmente feita a partir de meias velhas.

A disputa envolve duas duplas – uma no ataque e outra na defesa, alternadamente em cada partida. O objetivo dos atacantes é derrubar a casinha com a bola. A meta é protegida pelos defensores, que devem manter um pé sobre a base ou pá. Se estes conseguirem "isolar" a bola, chutando-a para longe, eles podem marcar tantos pontos quantas vezes trocarem de posição correndo entre uma base e outra. Os atacantes devem correr atrás da bola, recuperá-la e lançar sobre uma das casinhas, desde que seu defensor esteja ausente da respectiva pá.

Durante a partida, se um dos defensores desejar se afastar da pá momentaneamente, deve recitar a fórmula "Bente-altas, licença para um"! Se não tomar essa precaução, seu oponente pode derrubar a casinha, com a bola, se estiver de posse dela, ou com os pés, se não estiver. Se ambos desejarem se afastar, a fórmula será "Bente Altas, licença para dois"! O jogo termina quando uma das duplas atinge o número de pontos previamente pactuado, geralmente dez ou vinte por partida, ou então quando um dos atacantes tiver a sorte de apanhar no ar a bola que tenha sido chutada por um defensor. Nesse caso o atacante grita "vitória!" e comemora a antecipação do resultado.

O escritor Guilherme Cardoso resgata a brincadeira no livro "Bente altas, licença pra dois" (Editora Perse, 2015). No livro ele assume o papel de um avô que relata o jogo de forma tão empolgante para seus netos que eles decidem reviver a brincadeira no condomínio em que moram.

Fontes: Wikipédia  e
Guilherme Cardoso: guilherme@guilhermecardoso.com.br; 31-99861-1502

 

O sonho está novamente de volta. De 3 a 7 de agosto, Belo Horizonte, mais uma vez, vai se transformar em Liverpool, a terra dos Fab Four. É a quinta edição da BH BEATLE WEEK, evento mundial, que conta com o apoio oficial do Consulado Britânico em Belo Horizonte e da direção do Cavern Club da cidade de Liverpool, na Inglaterra. Serão cinco dias dedicados às músicas dos Beatles com shows em vários lugares: no Teatro Bradesco, Ouro Minas Palace Hotel, Estação 104, Bar Museu Clube da Esquina, Circuito do Rock e Parque das Mangabeiras. Este ano, o evento conta com a participação de 22 bandas locais, nacionais, duas argentinas e uma chilena.   As edições do festival em 2012, 2013, 2014 e 2015 foram um sucesso, superando todas as expectativas. Depois dos eventos, Belo Horizonte ficou conhecida como a "capital beatlemaníaca" do Brasil.

O preço dos ingressos varia de R$ 20 a R$ 50. As reservas podem ser feitas diretamente nos estabelecimentos que abrigarão os shows. Alguns podem ser comprados também pelo site www.compreingressos.com e no www.sympla.com.br.

Informações para a imprensa: Alexandre Salum – (31) 99952.7703

 

Política Municipal de Segurança Alimentar de Belo Horizonte é exemplo para o mundo

 

De acordo com o website do Le Parisien, um dos principais jornais franceses, Belo Horizonte é uma das 10 cidades que possuem a melhor alimentação em todo o mundo. A capital mineira fez parte dessa lista, publicada em 2015, graças à sua política de segurança alimentar. A matéria relata que a desnutrição era um grave problema local até o início de 1990, quando a política municipal de abastecimento foi redesenhada e o acesso e a distribuição de alimentos foi facilitado, com o envolvimento da agricultura familiar, hortas orgânicas compartilhadas, feiras de orgânicos e abastecimento de escolas, restaurantes populares e da própria população nas comunidades. "Em Belo Horizonte, não se brinca com a comida", diz a matéria, ressaltando que os programas têm um foco especial nas crianças e adolescentes.

Veja a matéria original: A jornalista holandesa Marjolein Van Der Water, correspondente internacional do jornal Volksrant, também escreveu sobre a alimentação no Brasil, com destaque para Belo Horizonte, onde esteve em março de 2015.

Visita especial

A visibilidade internacional do programa começou em 1999, depois de uma visita da professora Cecilia Rocha, diretora da Escola de Nutrição da Universidade de Ryerson, em Toronto (Canadá). Dessa visita, surgiu um artigo acadêmico publicado em 2001, peça fundamental para que a cidade começasse a receber prefeitos, técnicos, pesquisadores, professores e estudantes do Brasil e do mundo. A própria Cecília Rocha realizou, em 2015, a sétima visita com estudantes canadenses. Regulamente, a cada semestre, também é organizada uma visita de estudantes estrangeiros residentes na cidade, participantes do programa de voluntariado internacional do município.

Para a professora, BH é o único lugar no mundo onde há um grupo de programas específico em Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) reunidos em uma secretaria de governo, fazendo parte de uma política pública. "O que você vê em outros lugares é a criação e implementação de programas individuais. Acredito que o segredo do sucesso de Belo Horizonte é ter criado uma secretaria própria para a SAN, onde é dada toda a atenção, suporte técnico e financeiro que a área merece. BH entendeu que SAN é um sistema interligado e muita gente no exterior, a partir de nosso exemplo, vem tentando replicar isso", concluiu.

Pacto Internacional

Belo Horizonte é um dos 46 municípios signatários do Urban Food Policy Pact (Pacto pela Política Alimentar Urbana), assinado na cidade italiana de Milão, que lidera o movimento.

Contato: Prefeitura de Belo Horizonte - (31) 3246-0065

 

Belo Horizonte tem programa local de voluntários para o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos Rio 2016

 

Cerca de 200 voluntários, já capacitados pela prefeitura de Belo Horizonte, estarão auxiliando a recepção de turistas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Os participantes vão desenvolver atividades na recepção e orientação aos visitantes em áreas como o entorno do estádio Mineirão, Rodoviária, Aeroporto de Confins, além de locais que tradicionalmente recebem muitos turistas, como a Pampulha e a Savassi.

O programa de capacitação, batizado de Anfitriões 2016, foi planejado para dar aos participantes conhecimentos úteis sobre segurança, mobilidade e hospitalidade, além de dicas de como lidar com diferentes situações e com a diversidade de culturas. O objetivo é maximizar as experiências únicas proporcionadas pelo maior torneio esportivo do planeta. A Secretaria Municipal Adjunta de Relações Internacionais apresentou os usos e costumes de todos os países que virão jogar em BH. A BHTrans, órgão municipal de trânsito, apresentou o plano de mobilidade para os Jogos. A Belotur, empresa pública municipal de turismo, falou sobre a história de Belo Horizonte e os principais pontos turísticos da cidade. Também participaram representantes do Exército e do Corpo de Bombeiros.

Um dos principais objetivo do Anfitriões 2016 é ampliar a experiência de hospitalidade para além dos limites do estádio, prestando um serviço de informação e orientação eficiente, profissional e amigável para os participantes dos jogos de futebol dos Jogos Olímpicos Rio 2016, sejam eles torcedores, habitantes locais, jornalistas, integrantes de equipes ou turistas.

Outra meta é tornar esses voluntários a base multiplicadora de uma cultura de voluntariado que se torne referência nacional. No decorrer da Copa do Mundo 2015, a atuação dos voluntários locais contribuiu para que Belo Horizonte se destacasse entre as sedes, com uma avaliação positiva de 97,4% dos pesquisados, segundo pesquisa do Ministério do Turismo.

Durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, os voluntários Anfitriões vão acrescentar aos atrativos turísticos e à gastronomia local a essência da cordialidade e receptividade do belo-horizontino - ingrediente fundamental para temperar qualquer evento realizado na cidade.

Informações para a imprensa: rbernardes@pbh.gov.br - (31) 3246.0065, (31) 99601.2033